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LITERATURA ¨ teatro ¨ pintura ¨ danca ¨ cinema ¨ fotografia ¨ psyart ¨ experimentalismo ¨ tattoos ¨ bodypiercing ¨ arte em geral ¨ bairro alto ¨ as ruelas de Lisboa ¨ NATUREZA
os meus amigos, o sol, a lua, a deusa, wicca, budismo, sushi, saladas, gomas, pisang, ginjinha, cerejas, orquídeas, piercings, tatuagens, cristais, selos, festas, trance, a família da felicidade, ver o mundo com outros olhos
"Sentir tudo de todas as maneiras"
Artistas plasticos e fotografos como:
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"Who loves the abyss must have wings", F. Nietzsche
"Sou um convalescente do Momento. Moro no res-do-chao do pensamento E ver passar a Vida faz-me tedio.", Alvaro de Campos
"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." - Albert Einstein
"A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas." - Horácio
"A cada minuto que passamos com raiva, perdemos sessenta felizes segundos." - William Somerset Maugham
"A coisa mais bela que podemos experimentar é o mistério. Essa é a fonte de toda a arte e ciências verdadeiras." - Albert Einstein
"Os sonhos são como os deuses. Se não se acredita neles, eles deixam de existir." - Cícero
"Eu aqui sentada não fico de pé", by Carla
"Por sua vez... um buraco", by Tânia
"Dançar trance a ouvir sp***", by Gotcha
"Essa gaja é ciumenta da cabeça", by Me :P
"Vai ali... Controla a rotunda!" by um homenzinho que tentava explicar o caminho para o Porto... ou não :P
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Journal

Gostaria de dizer-te o porquê. Explicar-te tudo isto. Mas como dizer-te que o medo. O medo cheira-nos à distância. Transforma os dias num amontoado de segundos que se seguem uns aos outros, trabalhando num esforço terrível para acrescentar mais um minuto ao tempo, esse tirano cruel que tem sempre fome. Os minutos muito pequeninos uns em cima dos outros e a hora tão alta, tão longe de alcançar. Como dizer-te que sozinha. O terror. Que antes não tinha medo de nada, porque o sofrimento faz-nos isto, torna-nos rochas que água nenhuma fura porque já doeu tudo o que tinha a doer. Como dizer-te que felicidade dói. Que o alívio de ver tudo passar nos torna escravos dos momentos bons, que já não somos rochas e que agora nos transformamos em pedras de gelo, pequeninas e cobardes sempre a olhar por cima do ombro, a ver e fingir que não se está a ver, não vá a Desgraça nos andar a perseguir. Porque estas coisas já se sabe. Um dia muito bem, ela sempre a cheirar-nos, sempre atenta aos bons momentos, aos sorrisos e abraços, isso isso contenta-te agora que a seguir zás. Como explicar-te que sem ti. Que os segundos continuam pequeninos e que juro que a tenho visto rondar-nos,a Desgraça, não não é paranóia, ela anda por aqui eu bem te disse ela não se esquece das datas, já faz um ano e ela cobra-nos a acrobacia. Como explicar-te que não devíamos tê-la fintado, que ela vê tudo e lá de cima mexe os pauzinhos, que um dia damos por nós e já não temos nada. Como explicar-te que vivo angustiada. Porque o medo. Porque o destino. Esta coisa que dá voltas ao estômago quando me dizes até amanhã e eu mesmo a ver que é amanhã que já não te vejo, porque durante este dia a senti mais perto ainda, ouvi-lhe os passos quando estavas a dormir, ela a querer-me dizer é hoje. É hoje. Como dizer-te que se calhar não deviamos ter saído do sofrimento, não saber dos sorrisos porque assim agente já sabe com o que conta, agente já conhece a maldade e claro habitua-se. Como dizer-te que agora tenho medo de dormir sozinha porque um dia corro mais depressa na tua direcção e sem querer, já se sabe como elas acontecem, tropeço nela. Que um dia abres os braços, como fazes para eu correr para ti, porque gostas de me ver assim desengonçada com ânsias de ti, porque me achas graça a essa necessidade de ti, se soubesses que não durmo, porque mais pequenina sou mais fácil de mimar. Achas graça. Que um dia tu de braços abertos, a sentires-me já o abraço e eu caiu e não te alcanço. E abraço nunca mais. Porque ela.
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