Escrevia. E enquanto o fazia lia o que saía. Mas quanto mais lia menos percebia o que ali dizia. Por vezes parecia que entendia o que para ali ia! Mas depressa retrocedia, e logo concluía, que nada entendia do que escrevia. Assim passava o dia enquanto eu dizia que tudo mudaria se perdesse a mania de ler o que escrevia! E ria!... Ria!... Ria!... Ora se não lia o que fazia, não corrigia tamanha doidaria que pela caneta saía! E lá lia o que fazia enquanto escrevia. Continuava sem perceber o que dizia e assim passou o dia!